Lance seu negócio online com inteligência artificial e comece a ganhar dinheiro hoje mesmo com o iCHAIT.COM

Doméstica grávida é agredida por patroa em Paço do Lumiar; polícia investiga

Date:


Empregada grávida é torturada pela patroa em Paço do Lumiar (Foto: Instagram)

A doméstica grávida que foi torturada pela patroa em Paço do Lumiar, na região metropolitana de São Luís (MA), sofreu agressões graves, incluindo ser arrastada pelos cabelos, receber coronhadas e ter uma arma colocada em sua boca. O incidente ocorreu em 17 de abril, após a patroa acusar a empregada de roubo de uma joia.

++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático

O delegado Walter Wanderley, da 21ª Delegacia de Polícia Civil de Araçagi, informou ao Metrópoles que Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, a patroa, obrigou a funcionária, Samara Regina, a ficar de joelhos enquanto a agredia, com a ajuda de um cúmplice ainda não identificado. Samara está grávida de seis meses.

++ Jovem mata o padrasto para defender a mãe e o inesperado acontece

Durante a investigação, áudios foram encontrados, nos quais a patroa descreve as agressões em um grupo de amigos no WhatsApp. Ela menciona que um amigo armado a ajudou, colocando a vítima de joelhos e inserindo a arma na boca dela.

Após narrar as agressões, Carolina Sthela ironizou dizendo: “A Carol dos velhos tempos voltou assim: florescendo. Dei tanto nessa mulher, eu dei tanto que até hoje minha mão está aqui inchada”.

Em outro trecho dos áudios, a patroa afirmou: “Não era nem para [ela] ter saído viva”.

Nas gravações, a agressora também relata que uma viatura da PM chegou a abordá-los no dia do crime, mas foi liberada por um policial que a conhecia. Ele a teria alertado: “Carol, se não fosse eu, eu tinha que te conduzir para a delegacia, porque ela está cheia de hematomas”.

O delegado responsável pelo caso declarou que encaminhará o nome do policial que “acobertou” o crime para a corregedoria e que solicitará a prisão preventiva da patroa.

Segundo a investigação, a empregada aceitou um contrato de um mês para trabalhar na casa de Carolina, visando obter dinheiro para o enxoval do bebê.

A agressão aconteceu na residência onde a vítima dormia e trabalhava. Após o ocorrido, a funcionária fugiu e buscou ajuda na casa de uma vizinha. O delegado destacou que o caso está sendo tratado como tortura e lesão corporal gravíssima, com risco de aborto.

“Eu nunca tinha me deparado com uma situação dessa (…). É tortura. É tortura e uma lesão corporal gravíssima com risco de aborto”, afirmou Wanderley.

Share post:

Assine

Popular

Notícias Relacionadas
Related

Moradora do DF tem mala trocada por outra com 40 kg de drogas em aeroporto de SP

Polícia Federal aborda passageira após...

DPU denuncia nova violação de direitos por Moraes em caso Tagliaferro

Ministro Alexandre de Moraes no...

Descubra quais signos são mais nostálgicos e os motivos por trás disso

Descubra quais signos do zodíaco...
Translate »