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Hacker trocava dados com cibercriminosos internacionais, revela polícia de SP

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Operação de busca e apreensão em data center de Belo Horizonte (Foto: Instagram)

Leonardo do Carmo da Silveira Costa, um especialista em tecnologia da informação de 46 anos, está sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo por supostamente compartilhar informações confidenciais de governos brasileiros com hackers estrangeiros. A investigação aponta que ele mantinha uma "loja virtual" na internet profunda, vendendo pacotes de dados de governos, polícias e tribunais.

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Na última quinta-feira (7/5), um data center em Belo Horizonte (MG), onde Leonardo armazenava seus arquivos, foi alvo de busca e apreensão. A polícia agora analisa o material para entender a extensão das atividades do hacker e identificar outros criminosos digitais com quem ele mantinha negócios baseados na venda de informações sigilosas.

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A operação foi realizada pela Controladoria Geral do Estado de São Paulo em parceria com a Polícia Civil mineira. As investigações revelaram que Leonardo acessava sistemas públicos para extrair dados como credenciais e informações pessoais de servidores e autoridades, operando um esquema semelhante a um supermercado de dados na deep e dark web.

Os preços dos dados variavam de acordo com o tipo de material. Informações mais sensíveis, como acessos institucionais, eram vendidas por valores elevados e pagas em criptomoedas. Listas segmentadas, com dados como nomes e telefones, eram comercializadas individualmente. O volume de transações era alto, movimentando milhões de reais.

As investigações também indicam que Leonardo colaborava com hackers de outros países, trocando informações obtidas em invasões a sistemas brasileiros. A polícia busca agora identificar quais grupos internacionais estavam envolvidos e qual era a extensão dessa rede de compartilhamento.

A análise do material apreendido é crucial para mapear essa estrutura, com o objetivo de identificar transações, comunicações e possíveis clientes da plataforma clandestina. A atuação de Leonardo representa uma ameaça à segurança de órgãos públicos, facilitando invasões e fraudes.

As medidas cautelares impostas pela Justiça incluem o uso de tornozeleira eletrônica e proibição de acessar a internet. Leonardo responde à investigação em liberdade.

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