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Hugo Motta se fortalece na Câmara com apoio de Lula e sem pautas polêmicas

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Hugo Motta celebra fortalecimento na liderança da Câmara (Foto: Instagram)

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), está vivendo um período de estabilidade e fortalecimento após um primeiro ano repleto de controvérsias. Recentemente, o deputado da Paraíba obteve conquistas importantes, como a eleição de seu indicado para o Tribunal de Contas da União (TCU) e o avanço da PEC que propõe o fim da escala 6×1.

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A mudança de cenário favorável a Motta se evidenciou com a vitória de Odair Cunha (PT-MG) na eleição para o TCU, uma vaga indicada pela Câmara. Este resultado foi parte de um acordo com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2024, que visava garantir o apoio à candidatura de Motta à presidência da Câmara.

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O acordo gerou descontentamento na base de Motta, levando seis outros deputados a disputar a vaga no TCU, o que poderia ter complicado o cumprimento do acordo com o governo.

Apesar disso, a disputa não foi acirrada. Odair Cunha foi eleito com 303 votos, mostrando a força de Motta. O segundo colocado, Elmar Nascimento (União-BA), apoiado pela oposição bolsonarista, obteve 96 votos.

Nesta semana, Hugo Motta conquistou mais um triunfo. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou a PEC que reduz a jornada de trabalho para 36 horas semanais, eliminando a escala 6×1.

A votação ocorreu em uma semana esvaziada pelo feriado de Tiradentes e, mesmo com ameaças de obstrução da oposição e de setores produtivos, a proposta foi aprovada por unanimidade.

Líderes partidários ouvidos pelo Metrópoles afirmam que o apoio de diferentes forças políticas foi crucial para o fortalecimento de Motta. Aliados descrevem o primeiro ano de mandato como "a maior guerra já vista em primeiros anos de presidentes da Câmara", e hoje Hugo tem um "caminho livre" de pautas controversas.

“Certamente [Hugo Motta] está mais forte e maduro. Enfrentou no primeiro ano de presidência a maior guerra que já houve em primeiros anos de presidentes da Câmara. Creio que daqui pra frente as maiores pedreiras já foram ultrapassadas”, diz o líder do PDT, Mario Heringer (MG).

Em 2025, Motta enfrentou desgastes com o governo e a oposição. Ele desagradou o Planalto ao pautar e derrubar o decreto de aumento do IOF. A relação se deteriorou ao longo dos meses, agravada pela PEC da Blindagem, cujo desgaste Motta atribuiu à militância do PT.

O Congresso e o Planalto também travaram embates em votações de segurança pública, como o PL Antifacção, onde Motta tentou equilibrar as demandas do governo e da oposição.

No final, ele rompeu com o líder do PT, deputado Lindbergh Farias (RJ), e com o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), reunindo forças dentro do centrão.

Com a virada do ano, a relação entre Motta e o governo Lula melhorou, o que também ajudou a consolidar sua posição na Câmara. O Planalto conta com Motta para avançar em pautas prioritárias antes das eleições, enquanto o deputado espera apoio do governo para emplacar seu pai, Nabor Wanderley (Republicanos), na disputa ao Senado pela Paraíba.

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