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Psicólogo Pablo Stuart é condenado a 9 anos por matar 17 gatos

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Psicólogo Pablo Stuart Fernandes Carvalho durante sessão no tribunal, segurando um gato. (Foto: Instagram)

O psicólogo Pablo Stuart Fernandes Carvalho foi sentenciado a 9 anos de prisão por maus-tratos a animais, após ser acusado de matar pelo menos 17 gatos. O caso ganhou notoriedade após denúncias de protetores de animais, que alegavam que Stuart torturava os felinos até a morte.

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A condenação, no entanto, foi inferior ao que poderia ter sido, já que a pena total poderia ultrapassar 46 anos, segundo a gravidade dos crimes. O juiz responsável pelo caso justificou que a sentença deve ser "proporcional, adequada e justa". Não há provas de que os gatos foram mortos no apartamento de Stuart, pois não houve busca e apreensão no local.

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As denúncias começaram em março de 2025, e Stuart foi preso no final daquele mês. No entanto, ele foi liberado após sete meses. O processo tramitou na primeira instância, que agora determinou a condenação. O advogado de Stuart mantém a confiança na inocência de seu cliente e espera demonstrá-la nas alegações finais.

Juliana Campos, do grupo Justiça pelos Tigrados, celebrou a decisão, mas afirmou que a luta continua. Ela argumenta que a pena deveria ser maior, considerando que a pena mínima para cada caso de maus-tratos é de 2 a 5 anos, o que resultaria em 34 anos de prisão para 17 gatos.

O caso de Pablo Stuart Fernandes Carvalho foi revelado pelo Metrópoles em março do ano passado. Ele adotava gatos cinza com pelagem rajada e, após um mês, alegava que os animais haviam desaparecido, pedindo outros em seguida. Entre setembro de 2024 e março de 2025, ele adotou pelo menos 20 felinos.

As investigações policiais concluíram que Stuart matou quase todos os gatos adotados, com apenas um sendo recuperado. Áudios e depoimentos de vizinhos comprovaram as práticas cruéis, como jogar os animais contra a parede e torturá-los no apartamento onde vivia no Gama. Após as denúncias, Stuart foi preso em março de 2025, mas a prisão foi convertida em preventiva dias depois.

Stuart passou por audiências em setembro e outubro na 2ª Vara Criminal do Gama. A defesa recorreu da prisão, e a revogação da prisão preventiva foi aceita em outubro de 2025. O registro profissional de Stuart como psicólogo está cancelado.

O laudo do IML indicou que Stuart possui perturbações de saúde mental, mas está plenamente consciente de seus atos, descartando a insanidade. Segundo o documento, não há relação entre os crimes e seus transtornos.

Em nota, o advogado Diego Marques Araújo afirmou que recebeu com serenidade o pedido de condenação do Ministério Público e confia que a verdade prevalecerá ao final do processo, reconhecendo a inocência de Stuart.

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