
Painel de votação na Câmara Municipal de São Paulo durante aprovação em 1ª votação do projeto de reajuste anual dos servidores (Foto: Instagram)
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, nesta quarta-feira (6/5), em primeira votação, o projeto de lei (PL) que trata do reajuste anual dos servidores da prefeitura. A proposta sugere um aumento de 3,51%, baseado no índice IPC-Fipe, a ser pago em duas parcelas: a primeira de 2% em maio de 2026 e a segunda de 1,48% a partir de 1º de maio de 2027.
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De autoria do prefeito Ricardo Nunes (MDB), o PL foi aprovado com 32 votos favoráveis, 16 contrários e uma abstenção. Conforme a prefeitura, o impacto financeiro é calculado em R$ 1,1 bilhão por ano.
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O projeto também inclui a atualização do abono para professores, além de mudanças na estrutura de cargos e a possibilidade de transformação de cargos de professor de educação infantil e novas etapas em concursos.
Antes da segunda votação, o texto será discutido em audiência pública marcada para a próxima terça-feira (12/5) pela Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa (CCJ) e pela Comissão de Finanças e Orçamento.
Apesar da aprovação, o Sindicato dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo (Aprofem) se posicionou contra o projeto, alegando que ele não cobre as perdas salariais acumuladas e não está ajustado à inflação. Os servidores planejam continuar em greve até que a audiência pública sobre o reajuste seja realizada.


