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PM Yasmin Cursino alega ameaças e defesa solicita segredo de justiça no caso Thawanna

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Soldado Yasmin Cursino durante ação em Cidade Tiradentes, zona leste de São Paulo (Foto: Instagram)

O processo sobre a morte de Thawanna da Silva Salmázio, vítima de um tiro disparado por uma policial militar na zona leste de São Paulo, foi colocado sob segredo de justiça. A defesa da soldado Yasmin Cursino, representada pelo advogado Luiz Pereira Nakaharada, confirmou a informação ao Metrópoles.

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Nakaharada afirmou que Yasmin tem recebido ameaças de morte. "O segredo de justiça foi mantido, mas o sigilo para a defesa foi retirado", explicou o advogado. Ele assumiu a defesa da policial na semana passada, substituindo Alexandre Guerreiro.

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Yasmin Cursino, de 22 anos, está afastada das funções por decisão judicial. O disparo que matou Thawanna ocorreu durante uma abordagem em Cidade Tiradentes, no dia 3 de abril. Yasmin alegou legítima defesa após ser agredida pela vítima.

A versão de Yasmin diverge do relato de Luciano Gonçalves dos Santos, marido de Thawanna. As imagens da câmera corporal do soldado Weden Silva, que estava com Yasmin, não confirmam agressão, pois a PM não usava o equipamento.

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) está investigando o caso. Yasmin também é alvo de um Inquérito Policial Militar e um inquérito da Polícia Civil.

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