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Hezbollah e Israel trocam acusações sobre violações do cessar-fogo

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Mulher observa destroços no sul do Líbano após ataques em meio a acusações de violação do cessar-fogo (Foto: Instagram)

O grupo libanês Hezbollah e as Forças de Defesa de Israel se acusaram mutuamente nesta sexta-feira (24/4) de violarem o cessar-fogo. Israel afirmou ter interceptado diversos projéteis lançados a partir do Líbano, reagindo com ataques a instalações militares do Hezbollah no sul do país. Segundo comunicado, o exército israelense declarou ter eliminado três membros do Hezbollah.

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Segundo o exército israelense, "sirenes soaram em Shtula após lançamentos vindos do Líbano. O IDF interceptou os foguetes e atacou o lançador utilizado para o disparo, juntamente com outro lançador preparado para lançamento". Por outro lado, o Hezbollah afirmou ter lançado foguetes contra o norte de Israel em represália a uma "violação do cessar-fogo" por parte de Israel.

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Na quinta-feira (23/4), Líbano e Israel concordaram em estender o cessar-fogo por mais três semanas. "A reunião foi muito produtiva. O cessar-fogo entre Israel e o Líbano será prolongado por três semanas", afirmou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em sua rede Truth Social, após o encontro entre representantes dos dois países no Salão Oval da Casa Branca.

O conflito entre Israel e o Líbano intensificou-se depois que Israel atacou o Irã em 28 de fevereiro, e o Hezbollah, aliado do Irã, respondeu com ataques a Tel Aviv. A participação do grupo paramilitar libanês agravou a situação na região. O Hezbollah, um dos maiores adversários de Israel, também apoia o Hamas, que controla a Faixa de Gaza.

Israel tem realizado ataques no sul do Líbano com o objetivo de afastar o grupo paramilitar da fronteira, resultando no deslocamento de mais de 1 milhão de libaneses devido aos combates e ordens de evacuação. Nas negociações de paz entre Irã e Estados Unidos, o Paquistão, mediador do acordo, mencionou que o Líbano também estava incluído na trégua. No entanto, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o Líbano não fazia parte do acordo e que o conflito continuaria até que o Hezbollah fosse neutralizado.

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