A influenciadora Amanda Fróes compartilhou uma experiência constrangedora que viveu na noite de segunda-feira (6/4), quando saiu para jantar com seu parceiro em um restaurante em Ipanema, na Zona Sul do Rio. O estabelecimento é conhecido por ser um dos mais caros da cidade e famoso por atrair celebridades.
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“Eu queria muito levá-lo ao restaurante, pois é muito comentado, mas nossa noite se transformou num pesadelo“, desabafou Amanda.
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De acordo com a influencer, o casal estava em uma mesa próxima à de Cláudia Raia, seu marido Jarbas Homem de Mello, e o filho deles. Amanda relatou que tudo estava indo bem até que seu companheiro pediu um tiramisù.
“Comemos maravilhosamente bem. Eu, uma pasta com frutos do mar e ele um filé mignon com molho de pimenta negra e fritas. Ele queria um tiramisù e o garçom disse que não era possível pois estava congelado. Ele ficou desapontado e pediu a conta. Sem conseguir a sobremesa desejada, ele decidiu não pagar a taxa de 13% [serviço do garçom]. A partir desse momento, nos tornamos as piores pessoas do mundo”, relatou Amanda Fróes.
A influenciadora continuou: “O garçom recebeu o pagamento, nem olhou mais na nossa cara e nem agradeceu. Todos desapareceram e nos deixaram lá sozinhos. Cláudia Raia já tinha ido embora. Eles fecharam a cara, nem olharam mais na nossa direção. Você se torna a pior pessoa do mundo só porque não pagou uma taxa que não é obrigatória”.
Amanda afirmou que a situação deixou o casal constrangido. “A Cláudia Raia estava na mesa ao lado com sua família, foram super bem atendidos porque pagaram a taxa e nós fomos ignorados, como lixo, só porque decidimos não pagar. Isso é vergonhoso”, comentou.
Por fim, ela expressou sua indignação com o ocorrido.
“Os funcionários nos deixaram na mesa sozinhos, apenas aguardando nossa saída para circularem. Nem [deram] um boa noite, nada. Vimos que eles estavam todos juntos falando de nós. Que coisa feia e falta de profissionalismo. Esses profissionais precisam ser treinados para manter a gentileza e simpatia, com ou sem o recebimento da taxa de serviço, que não é obrigatória”, concluiu.
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