Lance seu negócio online com inteligência artificial e comece a ganhar dinheiro hoje mesmo com o iCHAIT.COM

MPSP desiste de ação contra Monark por declarações sobre nazismo

Date:


MPSP arquiva ação civil contra Monark por declarações sobre nazismo (Foto: Instagram)

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) decidiu não seguir adiante com a ação civil pública contra Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark, devido a suas declarações sobre o nazismo. A promotoria havia solicitado uma indenização milionária por dano social após o influenciador defender a criação de um partido nazista no Brasil durante uma edição do Flow Podcast, em fevereiro de 2022.

++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático

Monark afirmou na ocasião: “A esquerda radical tem muito mais espaço que a direita radical, na minha opinião. Eu sou muito mais louco que todos vocês. Acho que o nazista tinha que ter o partido nazista reconhecido”. A declaração gerou grande repercussão negativa, levando a Amazon a cortar relações com o Flow Podcast. Monark foi demitido e alegou ter “conhecimento superficial” sobre o assunto.

++ Jovem mata o padrasto para defender a mãe e o inesperado acontece

Após dois anos desde o início da ação civil pública que pedia R$ 4 milhões por dano social, o MPSP desistiu do processo com base na “liberdade de manifestação do pensamento”. Na época, a promotoria havia afirmado que Monark fez “expressa defesa da criação de um partido nazista e da possibilidade de se declarar e agir como antijudeu”, mas recuou.

Em uma manifestação realizada na última terça-feira (31/3), o promotor Marcelo Otávio Camargo Ramos declarou que as falas do apresentador “se enquadram na defesa abstrata (ainda que equivocada) da liberdade de convicção e expressão, e não na defesa do ideário nazista em si”. Ele considerou que as declarações ocorreram em um “debate oral espontâneo” e “de longa duração”, sem discutir a ideologia nazista, mas sim a extensão e os limites da liberdade de expressão.

No programa, Monark também mencionou que “se o cara quiser ser um antijudeu, eu acho que ele tinha direito de ser”, o que o promotor classificou como uma proposição hipotética. “[Monark] não estava a aderir a uma específica ideologia odiosa e extremista, mas tão somente expondo sua (equivocada) compreensão sobre o alcance da liberdade de expressão”, escreveu na manifestação.

Para o MPSP, o caso representa “uma sequência de falas rasas e equivocadas” sobre um tema do qual o réu não possui “sensibilidade e o menor domínio conceitual”, o que não o impediu de “publicamente expressar suas opiniões para desgraça própria”.

Share post:

Assine

Popular

Notícias Relacionadas
Related

Pensar em sexo é natural? Saiba quando se torna um alerta

Pensar em sexo: natural ou...

Hills retorna ao Metrópoles Catwalk com curadoria de moda contemporânea

Giselle Oliveira e Giulia Abbott...

Alerta de Desastre Térmico no Brasil em 2026: Entenda o Fenômeno

Sol escaldante atravessa galhos secos...

Filme “Ruas da Glória” revela passado do diretor Felipe Sholl

Cena de 'Ruas da Glória':...
Translate »