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Família alemã morre na Turquia e suspeita de envenenamento com pesticida ganha força

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Família germano-turca em passeio turístico por Istambul antes da tragédia. (Foto: Instagram)

A polícia turca está apurando a morte de uma família germano-turca composta por quatro pessoas, que estavam em férias em Istambul. Vinda de Hamburgo, na Alemanha, a família passou mal em 12 de novembro após visitar atrações turísticas e consumir alimentos de vendedores ambulantes. O caso, inicialmente tratado como intoxicação alimentar, evoluiu de forma trágica: as duas crianças morreram no dia seguinte, a mãe no dia 14 e o pai no dia 17, após internações hospitalares.

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Com o agravamento dos sintomas e as mortes, as autoridades locais passaram a considerar outras hipóteses além da intoxicação alimentar. A principal suspeita agora é de que a família tenha sido envenenada por pesticidas utilizados no hotel onde estavam hospedados. A substância teria sido aplicada para combater percevejos em um quarto no térreo, e o gás tóxico pode ter se espalhado pelo sistema de ventilação até o quarto da família.

++ Pai que esqueceu filha em carro quente e aguardava sentença morre um dia antes de se entregar

Segundo a imprensa turca, análises forenses preliminares indicam que as mortes foram causadas por envenenamento químico. A substância suspeita é o fosfeto de alumínio (AlP), um pesticida que, ao entrar em contato com a umidade, libera gás fosfina — altamente tóxico. Os sintomas relatados pelas vítimas, como vômitos e tosse com sangue, são compatíveis com esse tipo de intoxicação.

Especialistas alertam que o AlP, embora autorizado para uso agrícola em locais como silos de grãos, é proibido em ambientes frequentados por pessoas, como hotéis. A médica Cavit Isik Yavuz, da Universidade Hacettepe, reforça que o uso doméstico da substância é ilegal na Turquia e deve ser fiscalizado pelo Ministério da Saúde.

O caso reacende o debate sobre o uso indevido de pesticidas perigosos em áreas urbanas. Em 2023, outro episódio semelhante na Turquia deixou uma mãe morta e hospitalizou 10 pessoas. Em 2015, um caso no Canadá envolvendo o mesmo produto também resultou na morte de duas crianças. A fiscalização insuficiente e o uso indiscriminado desses compostos continuam sendo uma preocupação global.

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