A coluna Fábia Oliveira revelou, com exclusividade, que Celso Portiolli apresentou sua defesa após um episódio do programa Domingo Legal virar caso judicial. O problema envolve acusações de crueldade animal e começou em abril deste ano.
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O apresentador e o SBT enfrentam uma Ação Civil Pública, movida por organizações de proteção animal. A ação surgiu após Celso Portiolli levar uma rã para uma dinâmica no programa.
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As organizações afirmam que o animal foi submetido a estresse intenso, manuseio inadequado e exposição excessiva a luz e som. Elas argumentam que o entretenimento não justifica a crueldade animal alegada. Uma liminar favorável às autoras impôs restrições ao SBT quanto ao uso de animais, com multa de R$ 100 mil por desobediência.
A ação busca condenar os réus ao pagamento de danos morais coletivos, à interrupção de práticas de maus-tratos, retratação pública e outras medidas.
No dia 09 de junho de 2026, Celso Portiolli apresentou sua defesa. Ele afirmou que a participação da rã foi breve e não compatível com as alegações de sofrimento ou estresse, que considera “exageradas”.
O apresentador afirmou ter se preocupado com o animal e negou qualquer ato de violência intencional. Ele disse que apenas apresentou o programa e pediu para “ser excluído do banco de réus”.
Portiolli afirmou não haver provas clínicas que demonstrem danos à rã, argumentando que não se pode presumir a crueldade sem evidência concreta.
Na contestação, o apresentador defendeu que estresses momentâneos não são maus-tratos. Ele também disse que reações da rã não indicam dor ou trauma.
Ele criticou um parecer técnico veterinário das entidades, observando que não houve exames diretos no animal, apenas observações de fotos e vídeos.



