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Júri de João Paulo Teixeira da Silva por assassinato de Thalita Berquó ocorre no DF

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Foto da vítima antes do crime brutal que chocou o Distrito Federal (Foto: Instagram)

Um ano e quatro meses após um dos crimes mais chocantes do Distrito Federal, o Tribunal do Júri do Guará julga, nesta quinta-feira (14/5), um dos acusados pelo assassinato de Thalita Marques Berquó Ramos. A vítima, de 36 anos, foi morta e esquartejada em 13 de janeiro de 2025, em uma área de invasão próxima ao Parque Ecológico Ezechias Heringer.

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O julgamento estava inicialmente agendado para 9 de março, mas foi adiado após a defesa do réu abandonar o caso cinco dias antes. A Justiça do Distrito Federal, então, remarcou a sessão para esta quinta-feira, com início previsto para as 8h30.

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João Paulo Teixeira da Silva é um dos três acusados de envolvimento no assassinato e esquartejamento de Thalita. Em março deste ano, ele também foi condenado a 11 anos, 6 meses e 18 dias de prisão em regime fechado por tentativa de homicídio contra um desafeto.

Ele está preso preventivamente desde março de 2025, respondendo por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e corrupção de menores.

Os outros dois envolvidos, que eram menores na época do crime, estão sendo julgados na Vara da Infância e da Juventude por atos infracionais semelhantes aos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

ASSASSINO DE THALITA BERQUÓ
Thalita Berquó foi assassinada no Parque Ecológico Ezechias Heringer, no Guará, em janeiro de 2025. A vítima teve a cabeça e as pernas removidas e jogadas em um córrego da região pelos assassinos. O tronco foi enterrado na área.

Nos dias seguintes ao crime, as partes do corpo de Thalita foram descobertas na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Companhia Ambiental de Saneamento do Distrito Federal (Caesb), no Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES), perto da Vila Telebrasília.

No dia do crime, Thalita estava em uma invasão dentro do parque para comprar drogas. Um desentendimento entre ela e os autores do crime teria ocorrido, levando ao homicídio.

A discussão estaria ligada à qualidade das drogas vendidas a Thalita, que foi morta a pedradas e facadas.

DESAPARECIMENTO
Em 2 de fevereiro de 2025, a família de Thalita registrou um Boletim de Ocorrência sobre seu desaparecimento. A mãe relatou que a filha usava drogas e já havia sido internada por causa do vício.

A mãe também mencionou que Thalita já havia "sumido" antes, mas nunca por tanto tempo. Em 11 de janeiro de 2025, Thalita enviou mensagens à mãe pelo WhatsApp dizendo que estava no Guará com um amigo. Dois dias depois, elas tiveram seu último contato.

O amigo afirmou que Thalita chamou um carro por aplicativo para deixá-la na QE 46 do Guará II. O motorista declarou à polícia que a passageira comentou que uma "amiga" a buscaria no local.

A identificação do corpo de Thalita foi realizada através de métodos multidisciplinares, incluindo técnicas médico-legais e odontolegais, análise de perfil biológico com antropologia forense e exames genéticos do Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA) da PCDF. Informações de georreferenciamento também foram cruciais para a identificação final.

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