
Donald Trump durante evento oficial nos EUA (Foto: Instagram)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encontrou uma razão significativa para focar nas negociações que visam encerrar a guerra no Irã: a popularidade do republicano está em declínio, à medida que o custo de vida no país sobe, influenciado pelo aumento no preço da gasolina.
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Uma pesquisa recente do Washington Post-ABC News-Ipsos, divulgada no domingo (3/5), revelou que a desaprovação de Trump alcançou 62%, o maior índice registrado em seus dois mandatos. Sua aprovação está em 37%.
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De acordo com o levantamento, 66% dos entrevistados desaprovam as ações de Trump no conflito com o Irã. Além disso, ele enfrenta 65% de desaprovação na área econômica.
Nesta semana, o preço médio da gasolina comum nos Estados Unidos atingiu US$ 4,54 por galão (3,78 litros). Antes do conflito, o preço era de US$ 3,00.
Especialistas avaliam que, mesmo que o conflito no Oriente Médio termine amanhã, os preços dos combustíveis não retornarão ao "normal" rapidamente. A expectativa é que os preços caiam cerca de um terço em um período de um a três meses.
O terço seguinte pode demorar de três a seis meses para diminuir. Um eventual retorno aos valores pré-guerra só deve ocorrer entre o início e meados de 2027.
A demora no retorno dos preços aos níveis anteriores à guerra está ligada ao descolamento dos combustíveis. Esse movimento depende do transporte e da circulação do petróleo no Oriente Médio, especialmente no Estreito de Ormuz, por onde passava cerca de um quinto da produção mundial de petróleo antes do conflito.


