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Entidades apoiam técnica que acusa Magno Malta de agressão

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Profissionais de enfermagem protestam em frente ao Hospital DF Star (Foto: Instagram)

Na manhã desta sexta-feira (8/5), profissionais de enfermagem se reuniram em frente ao Hospital do DF Star para protestar contra a crescente violência na área. A manifestação foi motivada pelo caso de agressão a uma técnica de enfermagem, que acusou o senador Magno Malta de tê-la agredido durante um procedimento. A Polícia Civil do DF (PCDF) está investigando o caso.

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Durante o ato, Karine Fonseca, presidente da Associação Brasileira de Enfermagem – Seção Distrito Federal (ABEn-DF), destacou a importância do apoio coletivo à profissional que denunciou o político.

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A presidente enfatizou que "a enfermagem não é saco de pancada". De acordo com uma pesquisa do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPE-DF) de 2025, 69,1% dos 702 profissionais de saúde entrevistados já sofreram algum tipo de violência no trabalho.

Nas redes sociais, o senador negou as acusações. "Vocês me conhecem. Nunca encostei a mão em ninguém, nem nas minhas filhas, nem em qualquer mulher. Isso é falsa comunicação de crime", afirmou.

A defesa de Malta, por meio de nota, alegou que o senador estava sob forte medicação, comprometendo sua cognição, e que reagiu ao sofrimento físico, não à profissional, acionando o médico logo em seguida.

Além da ABEn-DF, outras entidades, como o Conselho Regional de Enfermeiros do Distrito Federal (Coren-DF) e o Sindicato dos Enfermeiros do Distrito Federal (SindEnfermeiro-DF), participaram do ato.

Durante o protesto, membros das entidades demonstraram apoio à técnica de enfermagem que acusou Magno Malta (PL-ES) com cartazes, panfletos e faixas.

A presidente da ABEn-DF, Karine Fonseca, reiterou que o caso será levado à Justiça para garantir transparência e justiça para a colega.

ENTENDA O CASO
A agressão teria ocorrido durante um exame em 30 de abril, mesmo dia em que a ocorrência foi registrada. O hospital informou que iniciou uma investigação administrativa.

Segundo a profissional, o senador estava internado para uma angiotomografia de tórax e coronárias. Ela era responsável por conduzi-lo à sala de exames e iniciar os procedimentos, incluindo o teste de acesso venoso.

Durante a injeção de contraste, o equipamento detectou uma oclusão, interrompendo o procedimento. Ao verificar, a técnica notou o extravasamento do líquido no braço do paciente.

Ao explicar a necessidade de compressão no local, o senador teria reagido agressivamente, levantando-se e, ao se aproximar, desferiu um tapa em seu rosto, entortando seus óculos, e a chamou de "imunda" e "incompetente" – ambas as situações negadas por ele.

Uma testemunha afirmou não ter visto o tapa, mas relatou ter visto a colega logo após o incidente, com os óculos tortos, o que, segundo a vítima, foi resultado da ação de Magno Malta.

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