Luma de Oliveira utilizou suas redes sociais neste domingo (3/5) para responder a uma declaração recente do ex-marido, Eike Batista, sobre seus filhos, Thor e Olin, em uma entrevista. Em uma postagem no Instagram, a modelo expressou sua indignação após o empresário classificar os herdeiros mais velhos como parte da “geração fru-fru e floquinho de neve”.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
“Infelizmente, o tempo que ele passou na prisão não o tornou menos arrogante e mais responsável. Depois de ter falido famílias, Eike Batista, em um podcast recente, desrespeita os filhos publicamente, colocando-os na categoria ‘Fru-Fru’ e ‘Floquinho de Neve’. Realmente, ouvir até hoje que o pai dele deu o ‘caminho de ouro’ não deve fazer nada bem para o equilíbrio mental dele”, criticou Luma.
++ Jovem mata o padrasto para defender a mãe e o inesperado acontece
A famosa ainda ressaltou que Eike Batista piorou a situação ao afirmar que os termos machistas se referem apenas aos filhos mais velhos, e não aos menores, Balder e Tyra. Segundo ele, os herdeiros, frutos da relação com Flávia Sampaio, são criados de forma mais rígida.
“Conseguiu piorar: ‘eu estou vendo uma geração Fru-Fru, floquinho de neve, inclusive meus filhos, menos os menores’. Continua o discurso dizendo que esses fazem esporte e estudam idiomas. Que ele fica em cima. Provavelmente porque está impedido de viajar para fora do país, aí sobra um tempinho”, destacou Luma de Oliveira.
A modelo continuou sua indignação com as falas: “Quando os meus eram pequenos, Eike passava muito tempo fora, eu levava os meninos para as atividades. A maneira desrespeitosa de falar publicamente de dois rapazes sendo os próprios filhos, diz mais sobre ele do que dos filhos”, afirmou ela.
Por fim, Luma comentou sobre como vivem atualmente os filhos. “Até porque Thor trabalha há muito tempo de forma independente e o Olin trabalha com o pai. Meus Deus… Lastimável… Não sei onde tudo isso vai parar”, lamentou.
Eike Batista e Luma de Oliveira foram casados de 1991 a 2004. Em 2017, o empresário foi preso preventivamente por envolvimento na Operação Eficiência, por corrupção e lavagem de dinheiro, ficando três meses em Bangu, no Rio de Janeiro, e depois em prisão domiciliar. Em 2021, foi condenado a 11 anos e 8 meses de prisão, mas foi liberado por decisões do STF e TRF-2.


