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Médico José Marcos Rocha Bastos destaca sinais do corpo com cortisol elevado

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Cortisol elevado: conheça os sinais do ‘hormônio do estresse’ (Foto: Instagram)

O cortisol, hormônio produzido pelas glândulas suprarrenais, localizadas acima dos rins, tem papel crucial no equilíbrio metabólico e na resposta ao estresse, segundo o médico José Marcos Rocha Bastos. Especialista em dor, ele explica que a produção do cortisol é controlada pelo eixo hipotálamo-hipófise-adrenal.

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“O hipotálamo libera o hormônio liberador de corticotrofina (CRH), que estimula a hipófise anterior a secretar o hormônio adrenocorticotrófico (ACTH), o qual, por sua vez, estimula as glândulas suprarrenais a produzirem o cortisol”, detalha o anestesiologista do Centro Clínico Saint Moritz, em Brasília (DF).

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Conhecido como “hormônio do estresse”, o cortisol tem seus níveis aumentados em situações estressantes. José Marcos destaca que o aumento do cortisol pode ter causas externas, como o uso de medicamentos, ou internas, devido à produção excessiva pelo organismo.

Segundo o especialista, os sintomas do cortisol elevado afetam “múltiplos sistemas do organismo”. Ele menciona que alguns sinais são específicos da síndrome de Cushing, enquanto outros são comuns na população em geral.

Entre os sinais específicos do hipercortisolismo estão estrias violáceas, equimoses, pletora facial, fraqueza muscular proximal e pele fina e frágil, especialmente em pacientes com menos de 40 anos.

Além disso, os sinais inespecíficos incluem ganho de peso com redistribuição de gordura, levando à obesidade central e à formação da “corcova de búfalo”, além de rosto arredondado, conhecido como face em lua cheia.

Em casos de cortisol elevado, 60% a 90% dos pacientes apresentam hipertensão arterial. Alterações cutâneas, como acne e cicatrização lenta, também são comuns, além de hirsutismo em mulheres.

As mulheres podem sofrer alterações menstruais, como oligomenorreia e amenorreia, além de redução da libido. Distúrbios do sono e sintomas psiquiátricos, como depressão e ansiedade, também são observados.

Mudanças metabólicas e laboratoriais, como hiperglicemia e diabetes mellitus, são notadas. Crianças com cortisol elevado podem apresentar alterações no desenvolvimento puberal e ganho de peso com redução do crescimento linear.

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