
Paolo Zampolli durante Spring Meetings do FMI em Washington DC (Foto: Instagram)
Paolo Zampolli, que atua como enviado especial para assuntos globais no governo de Donald Trump, chamou atenção esta semana ao fazer comentários considerados machistas e xenofóbicos sobre mulheres brasileiras durante uma entrevista à emissora italiana RAI. Zampolli mencionou que "mulheres brasileiras são programadas para causar problemas", referindo-se à sua ex-esposa, a modelo brasileira Amanda Ungaro, com quem foi casado por quase 20 anos.
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Em um momento em que acreditava não estar sendo gravado, Zampolli afirmou que "as brasileiras são todas iguais", ao falar de outra mulher, chamada Lídia. Ele declarou: "É uma dessas putas brasileiras, essa raça maldita de brasileiras, são todas iguais". No ano passado, Amanda foi deportada dos Estados Unidos pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), e segundo o New York Times, Zampolli teria pressionado o ICE para sua detenção e deportação.
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QUEM É ZAMPOLLI Paolo Zampolli, de 56 anos, é um empresário ítalo-americano, nascido em uma família rica de Milão. Herdou uma empresa de brinquedos aos 18 anos após a morte do pai, mas logo a vendeu e se mudou para os Estados Unidos para entrar no mundo da moda. Em 1990, fundou uma agência de modelos em Nova York e ficou conhecido por apresentar Melania Trump a Donald Trump. Sua carreira política começou em 2017, quando se tornou embaixador da Dominica na ONU. Em março de 2025, assumiu o cargo de enviado especial de Trump para assuntos globais. Recentemente, Zampolli também sugeriu à Fifa que substituísse o Irã pela Itália na Copa do Mundo, que acontecerá em junho nos Estados Unidos, Canadá e México.


