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Virginia Fonseca revela novo diagnóstico de alopecia e inicia tratamento

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A influenciadora Virginia Fonseca usou suas redes sociais para compartilhar com os seguidores que foi novamente diagnosticada com alopecia areata. Nos stories, ela mencionou que já iniciou o tratamento para impedir o avanço da condição. A doença provoca falhas no couro cabeludo e pode se manifestar de várias formas.

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De acordo com a Dra. Fernanda Nichelle, especialista em estética, o tratamento deve considerar tanto os sintomas físicos quanto o impacto emocional da paciente ao lidar com a queda de cabelo.

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“A alopecia areata é uma doença autoimune em que o organismo ataca os folículos capilares, resultando em quedas localizadas ou mais extensas, dependendo do caso. Não se trata apenas de uma questão capilar, há um impacto psicológico importante que deve ser considerado”, explicou.

A médica destaca que existem diferentes tipos de alopecia feminina, cada uma com causas distintas: “A alopecia androgenética é a forma mais comum e está ligada a fatores genéticos e hormonais. Afeta homens e mulheres, mas nelas é conhecida como calvície feminina”, afirmou.

Outro tipo comum é a alopecia de tração. “Ela geralmente está associada à tensão repetitiva causada por penteados muito apertados, o que pode aumentar a testa e comprometer a linha capilar”, disse.

A alopecia areata, por sua vez, tem características próprias: “É caracterizada por falhas circulares no couro cabeludo devido a uma resposta autoimune onde o sistema imunológico ataca os folículos capilares”, completou.

Há também o eflúvio telógeno, frequente em períodos de mudança no organismo. “Esse tipo ocorre quando há uma queda significativa de fios após alterações hormonais, como no pós-parto, durante a amamentação, em dietas muito restritivas ou em períodos de estresse. Existe também a forma crônica, em que o organismo mantém esse padrão de queda contínua”, explicou.

Apesar das diferentes origens, existem formas de controlar a condição.

“Hoje temos terapias que ajudam a estimular o crescimento dos fios e estabilizar o quadro. O mais importante é buscar uma avaliação precoce e seguir um plano individualizado, respeitando as características de cada paciente”, orientou Fernanda Nichelle.

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