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Programa da Unesp busca combater machismo e assédios em homens

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Alunos participam de roda de conversas masculinas em campus da Unesp, parte do programa Unesp Sem Assédio. (Foto: Instagram)

Desde janeiro de 2025, Maysa Furlan se tornou a primeira mulher a assumir a reitoria da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Durante sua gestão, ela tem promovido ações de inclusão e diversidade. Neste mês, um projeto inovador foi lançado: uma formação destinada a professores, funcionários e alunos homens para discutir o machismo.

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Em entrevista ao Metrópoles, Furlan destacou a importância da participação masculina no combate ao assédio. "A mulher não pode ser o único foco dessa discussão, o homem precisa entender que qualquer tipo de assédio é inaceitável", afirmou. Ela acredita que a universidade deve oferecer letramento para formar cidadãos melhores.

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O projeto faz parte do programa Unesp Sem Assédio e está sendo implementado nos 24 campi da universidade, em parceria com o Instituto Memoh. A primeira fase ocorreu em 14 e 15 de abril, com grupos de capacitação de multiplicadores, e a próxima etapa acontecerá nos dias 28 e 29 de abril.

A participação será inicialmente voluntária. "As pessoas precisam ver sentido nas coisas para participarem. Espero não ter que obrigar ninguém", comentou a reitora. O impacto do programa será avaliado por meio de discussões sobre mudanças na percepção dos participantes e suas ações em uma comunidade menos machista.

O objetivo é estabelecer uma cultura universitária onde todos se sintam responsáveis pela prevenção da violência.

DENÚNCIAS DE ASSÉDIO NA UNESP
Antes de ser reitora, Maysa Furlan atuou por quatro anos como vice-reitora, onde implementou a ação Acolhe Unesp, em parceria com a ouvidoria da universidade. O programa Unesp Sem Assédio já oferece suporte às vítimas de violência, em colaboração com a Coordenadoria de Saúde.

"Nós observamos um aumento nas denúncias e até demissões. Muitas denúncias antigas foram reabertas, incentivando pessoas que antes tinham medo de se expor a participar deste novo movimento", destacou Furlan. "Se alguém tiver que ser punido, será", garantiu.

A Unesp está em conformidade com a lei estadual que criou o Protocolo de Combate à Violência contra a Mulher na Universidade. Para Furlan, é um processo contínuo de evolução. "Espero que possamos avançar cada vez mais e que a sociedade esteja aberta para discutir essas questões", concluiu.

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