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Inflação em março sobe 0,88%, puxada por transportes e alimentos, aponta IBGE

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Consumidor confere nota fiscal em meio à alta de 0,88% do IPCA em março (Foto: Instagram)

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou aumento de 0,88% em março deste ano, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Todos os nove grupos pesquisados apresentaram alta. O principal responsável foi o setor de transportes, que inclui combustíveis, seguido por alimentação e bebidas. Os dados foram revelados nesta sexta-feira (10/4).

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No acumulado dos últimos 12 meses, a inflação atingiu 4,14%. No ano, de janeiro a março, o IPCA subiu 1,92%.

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Em março de 2026, o setor de transportes foi o que mais impactou a inflação, com aumento de 1,64%. Considerado o "vilão" do mês, o setor contribuiu com 0,34 ponto percentual para a inflação total. O segundo grupo mais influente foi o de alimentação e bebidas, que subiu 1,56%, impactando 0,33 ponto percentual (p.p.).

Juntos, transportes e alimentação e bebidas representaram 76% do índice de março.

O IBGE divide a inflação em nove grupos distintos. Cada grupo tem um peso diferente no IPCA, pois o instituto avalia que alguns itens têm maior relevância nos orçamentos familiares.

No grupo de transportes, a gasolina, que havia caído 0,61%, subiu 4,59% em março, sendo o principal impacto individual (0,23 p.p.) no índice do mês. O diesel teve a maior alta no grupo de transportes: 13,90%. O etanol subiu 0,93% e o gás veicular caiu 0,98%.

Apesar do maior aumento percentual, o diesel não teve o maior impacto, pois o IBGE também considera a participação de cada item no orçamento das famílias.

ALIMENTAÇÃO TEM SEGUNDO MAIOR IMPACTO
Em fevereiro, a inflação do grupo de alimentação e bebidas foi de 0,26%, mas os preços aceleraram em março, subindo 1,56%. Com isso, o grupo foi o segundo maior responsável pelo índice total.

No grupo de alimentação e bebidas, o subgrupo alimentação no domicílio foi o que mais subiu, com aumento de 1,94%. No mês anterior, a alta havia sido de 0,23%. Os itens que mais influenciaram em março foram:

  • tomate (20,31%);
  • cebola (17,25%);
  • batata-inglesa (12,17%);
  • leite longa vida (11,74%); e
  • carnes (1,73%).

Houve também quedas, como no caso da maçã (-5,79%) e do café moído (-1,28%).

Para o gerente do IPCA do IBGE, Fernando Gonçalves, "no grupo alimentação, especialmente na alimentação em casa, a aceleração dos preços foi mais evidente, com alta de 1,94%, a maior desde abril de 2022 (2,59%), combinando efeitos de redução de oferta de alguns produtos com aumentos do frete, devido aos combustíveis mais caros".

VEJA A VARIAÇÃO DO IPCA POR GRUPOS:

  • Alimentação e bebidas: 1,56%;
  • Habitação: 0,22%;
  • Artigos de residência: 0,51%;
  • Vestuário: 0,46%;
  • Transportes: 1,64%;
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,42%;
  • Despesas pessoais: 0,65%;
  • Educação: 0,02%;
  • Comunicação: 0,19%.

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