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Abril Laranja destaca maus-tratos e sofrimento emocional em animais

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Médico-veterinário avalia comportamento de cão sob suspeita de maus-tratos (Foto: Instagram)

Neste mês, celebra-se o Abril Laranja, uma data dedicada a discutir os maus-tratos contra animais. A campanha não só chama atenção para a violência física, mas também para a dor, o medo e a angústia que os animais podem sentir de maneira consciente. O cuidado com o emocional é ressaltado como um aspecto crucial na medicina veterinária, pois está diretamente ligado ao sucesso dos tratamentos clínicos.

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Nos hospitais e clínicas veterinárias, é essencial que os profissionais estejam atentos a sinais que podem não ser físicos. Sintomas como medo extremo ao toque, apatia intensa e comportamento "congelado" podem indicar violência que não deixa marcas visíveis. Assim, o olhar do veterinário deve ir além do técnico, já que os animais não podem expressar verbalmente o que sentem.

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Carolina Marques, médica-veterinária, destaca que o profissional atua como a voz do animal que sofreu abuso ou negligência. "Nossa missão é assegurar uma documentação detalhada e laudos que comprovem tecnicamente qualquer situação de crueldade. Seja um caso de agressão direta ou abandono silencioso, o suporte técnico é o que garante a proteção legal e a vida do paciente", afirma.

A especialista também explica que a ciência veterinária comprova que a violência e o estresse crônico causam sequelas orgânicas. Animais traumatizados apresentam níveis elevados de hormônios do estresse, afetando o sistema imunológico e dificultando a cicatrização de cirurgias, por exemplo.

É responsabilidade dos veterinários observar comportamentos indicativos de maus-tratos. Alguns sintomas emocionais e físicos a serem observados incluem: medo paralisante ao toque, agressividade por autodefesa, desnutrição severa, feridas não tratadas e fraturas em diferentes estágios de cicatrização.

"Um animal psicologicamente estável e sem dor se recupera mais rapidamente. Educar o tutor sobre a guarda responsável, que inclui check-ups, nutrição adequada e um ambiente seguro, é a melhor forma de combater a crueldade", enfatiza a profissional da WeVets.

Carolina reforça que, diante de qualquer suspeita fundamentada de maus-tratos, os veterinários devem seguir os protocolos éticos e legais estabelecidos pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). Notificar as autoridades competentes e delegacias especializadas é crucial para interromper o ciclo de violência e garantir que o animal receba o suporte necessário para sua reabilitação.

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