
PBH corrige erro na data de sepultamento de ‘Sicário’ de Vorcaro (Foto: Instagram)
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como "Sicário" de Daniel Vorcaro, teve um erro registrado em seu enterro pela Prefeitura de Belo Horizonte. Ele foi um dos alvos da Operação Compliance Zero, ao lado do banqueiro.
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Sicário foi detido junto com Vorcaro no dia 4 de março. Ele era acusado de liderar uma "milícia pessoal" para o dono do Banco Master, encarregada de coletar informações sigilosas e monitorar rivais.
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O apelido Sicário, que significa assassino de aluguel, era usado para Luiz Phillipi, que ameaçava empresários, ex-funcionários e jornalistas. Ele liderava um grupo chamado "Turma", composto por profissionais de segurança, recebendo R$ 1 milhão mensalmente de Vorcaro.
Os pagamentos eram feitos por Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, também preso por ordem do ministro André Mendonça, do STF, no Caso Master.
MORTE DO “SICÁRIO”
No dia de sua prisão, Luiz Phillipi tentou tirar a própria vida na Superintendência Regional da PF em Minas Gerais. Ele foi socorrido e levado ao Hospital João XXIII, onde ficou em estado grave até falecer em 6 de março por morte encefálica, devido à falta de oxigênio.
“Informamos que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão faleceu, com óbito oficialmente declarado às 18h55, após conclusão do protocolo de morte encefálica iniciado hoje, 6/3/26, às 10h15. O corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal”, declarou a defesa de “Sicário”.
CERTIDÃO DE ÓBITO
A certidão de óbito de Luiz Phillipi, emitida um dia após sua morte, não especifica a causa do falecimento, apenas indicando que está "aguardando exames". Cartórios afirmam que isso não é comum, mas pode ocorrer quando a família deseja um sepultamento rápido, enquanto exames ainda são necessários.
Além disso, o registro de sepultamento de "Sicário" na Prefeitura de Belo Horizonte continha um erro, indicando a data de 8 de fevereiro, um mês antes de sua morte. A prefeitura informou que foi um "erro de digitação" já corrigido.
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