
Blake Lively e Justin Baldoni em cena de “É Assim que Acaba” (Foto: Instagram)
A Justiça nos Estados Unidos rejeitou 10 das 13 acusações feitas por Blake Lively contra Justin Baldoni. O caso ganhou visibilidade após a estreia do filme "É Assim que Acaba" em 2024 e teve uma nova atualização nesta quinta-feira (2/4).
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
Na ação, Blake Lively acusou o diretor e colega de elenco de assédio sexual no set, mencionando comentários indesejados sobre sua aparência e peso. O juiz Lewis Liman descartou as acusações de assédio, difamação e conspiração.
++ Jovem mata o padrasto para defender a mãe e o inesperado acontece
Por outro lado, as alegações de quebra de contrato, retaliação e cumplicidade em retaliação foram mantidas. O julgamento está agendado para maio. As partes tentaram uma mediação em fevereiro, mas não chegaram a um acordo.
Blake Lively também alegou que Baldoni contratou assessores para retaliar contra ela, espalhando conteúdo negativo online. O juiz decidiu que duas dessas alegações devem ser analisadas por um júri.
A defesa de Baldoni afirma que as acusações são exageradas e visam tomar o controle do filme. O cineasta também processou Lively e o jornal The New York Times, mas ambos os processos foram rejeitados.
O lançamento de "É Assim que Acaba" foi cercado por rumores de desentendimentos entre os protagonistas, levando à disputa legal. Apesar disso, o filme, que trata de violência doméstica, arrecadou US$ 350 milhões mundialmente e foi um dos sucessos de 2024.


