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Visitar Angra dos Reis e suas mais de 365 ilhas fica mais caro com nova taxa

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Angra dos Reis inicia cobrança de taxa de desembarque (Foto: Instagram)

Desde o dia 1º de janeiro, quem planeja conhecer Angra dos Reis e navegar pelas mais de 365 ilhas que formam o arquipélago precisa considerar um custo adicional. A prefeitura passou a cobrar uma taxa específica para turistas que desembarcam nos pontos controlados, alterando o orçamento de quem costuma visitar a região, até então livre de qualquer encargo extra.

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O valor da taxa varia conforme o tipo de embarcação utilizada e a quantidade de passageiros a bordo, sendo cobrado no momento do desembarque. A gestão municipal estabeleceu diferentes faixas de preço para lanchas, escunas e iates, com o objetivo de adequar a arrecadação à atividade turística e à capacidade de cada meio de transporte. A medida entrou em vigor no primeiro dia do ano, coincidindo com o início da alta temporada na costa sul fluminense.

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De acordo com as autoridades locais, a receita gerada pela taxa tem como finalidade custear a manutenção das praias, o manejo dos resíduos sólidos e ações de preservação ambiental. Angra dos Reis abriga áreas protegidas de Mata Atlântica e manguezais, cuja fragilidade exige investimentos frequentes em limpeza e monitoramento. Assim, espera-se que o novo recurso seja revertido em melhorias para garantir a conservação dos ecossistemas e a segurança dos visitantes.

Essa iniciativa segue uma tendência observada em outros destinos turísticos brasileiros. Em Fernando de Noronha, por exemplo, a cobrança de ingresso começou a ser aplicada décadas atrás para financiar a fiscalização do Parque Nacional Marinho e a infraestrutura de apoio. No litoral sul do Rio de Janeiro, a adoção de alguma forma de taxa de preservação vem sendo debatida há anos, mas somente em 2025 Angra dos Reis formalizou a cobrança.

Angra dos Reis, localizada a aproximadamente 150 quilômetros da capital fluminense, é reconhecida pela beleza de suas enseadas, águas transparentes e diversidade de ilhas — um dos principais atrativos é a Ilha Grande, maior do arquipélago. A cidade recebe visitantes durante todo o ano, mas o movimento se intensifica entre dezembro e março, quando o clima mais quente atrai turistas em busca de praias, trilhas e passeios de barco.

O arquipélago conta com uma vasta quantidade de ilhas, cada uma com características próprias: algumas abrigam piscinas naturais, outras possuem roteiros de mergulho recomendados. Por apresentar opções para diferentes perfis de público — de família a aventureiros —, Angra dos Reis despontou como um dos principais destinos de sol e mar no estado do Rio de Janeiro.

Especialistas em turismo sustentável afirmam que, quando bem planejada e aplicada, a cobrança de taxas pode contribuir para gerir o fluxo de visitantes e minimizar impactos ambientais. A expectativa é de que o controle do número de desembarques e a destinação dos recursos gerados organizem melhor o uso das áreas e incentivem práticas responsáveis por parte de operadoras de passeios.

A adaptação dos empresários locais e das agências de turismo passa a ser fundamental agora que a taxa virou parte da rotina de quem visita a região. Resta acompanhar nos próximos meses como a medida influenciará o desempenho do setor, o índice de visitação e a qualidade dos serviços oferecidos.

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